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sábado, 6 de junho de 2009

La Comedie/To The End

A absurdamente espetacular versão em dueto de To The End do Blur, cantada junto com Françoise Hardy:



Tous ces bals masqués (Si peu d'amour)
Du mauvais cinéma (Et tant de haine)
We've been drinking far too much (Si peu d'amour)
And neither of us mean what we say (Et tant de haine)

La comédie du grand amour
Vous ne me ferez paz l'injure de la jouer jusqu'au bout
De me la jouer jusqu'au bout

Pourquoi tant de haine (Si peu d'amour)
C'est un accident de voir (Et tant de haine)
Infatuated only with ourselves (Si peu d'amour)
And neither of us can think straight anymore (Et tant de haine)

You and I collapsed in love
And it looks like we might have made it
Yes it looks like we've made it to the end

La comédie du grand amour
Je ne vous ferai pas l'honneur de la jouer jusqu'au bout
De vous la jouer jusqu'au bout
Si peu d'amour

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Especial #1: Blur

De volta à normalidade. Quer dizer, quase, porque hoje tem surpresa: o primeiro especial do blog, aproveitando que hoje é feriado E sexta (e dizem que perfeição não existe). E nada mais apropriado pra fechar essa semana, em que dei um brevíssimo giro pelo Britpop, do que fazer um pequeno especial sobre um dos grandes nomes do “estilo”: Blur.

E o texto do especial foi escrito por Felipe Flamba, um rapaz muito criança, e se intitula “Uma abordagem analítica dos elementos idiossincráticos do ambeliboroskel tchukirilowpah da década de 90 na discografia do Blur”. Resumindo, a discografia comentada do Blur, e com um vídeo para cada álbum:


. Leisure --- 2 estrelas



Aqui, o Blur ainda esboçava o que viria a ser sua carreira, absorvendo muitas influências e apontando de modo irregular para alguma consistência nas canções (que, no geral, também, soam até ingênuas, mas acho um charme).
Destaques para: She's so High, Sing e There's no Other Way




. Modern Life is Rubbish --- 3/5 estrelas



Ainda derrapando na questão do foco, da seleção, da essência das canções. A banda parece mais madura, mais consciente de seu estilo e, assim, evita a frequência de deslizes do disco anterior.
Destaques:
Blue Jeans, Chemical World e For Tomorrow




. Parklife --- 5 estrelas



Bem, aqui as composições amadurecem a contento, os músicos idem e a linha musical encontra um eixo consistente.

Nunca encarei o Britpop como um movimento musical pelo fato de os conjuntos assim denominados não seguirem um padrão sonoro, o que lhes inclinaria ao ângulo de uma "frente" de interesses e concepções artísticas em comum. Renovar as aspirações do Pop britânico, re-integrando-as à ambição da busca pela amplitude formal (praticamente extinta com o desgaste dos principais nomes do Post-Punk) e ao fortalecimento genealógico de sua música, foi o grande papel do Britpop nos anos 90. E nesse sentido, nenhuma outra banda que se dispunha a isso conseguiu o êxito atingido pelo Blur em seu álbum mais expressivo.
Destaques: End of a Century, This is a low e Troubled in the Message Centre




. The Great Scape --- 4/5



O belo nível continua, mas sem a mesma inspiração do Parklife (o que não é desmerecimento algum), os temas são os mesmos: alienação, fugas oníricas e espirituosas descrições cotidianas pelas vias do cartoonesco.
Destaques: Contry House, Universal e Charmless Man




. Blur --- 4 estrelas



O Blur flertando com o Indie Rock americano. Disco redondinho.
Destaques: Beetlebum, Country Sad Ballad Man e On Your Own




13 --- 5 estrelas



O mergulho à experimentação sentido no disco anterior se acentua e de modo mais criativo, contando ainda com a força do pé na bunda levado pelo Albarn da Justine Frischmann, que o inspirou a fazer a balada mais linda do Blur (e minha canção favorita).
Destaques: No Distance left to Run (sempre, hehehe), Coffee and Tv e 1992.




Think Tank --- 3 estrelas



Novo vôo musical para os "Estados Unidos", agora contando com a influência mais forte da Black Music (e alguns elementos da World Music). No geral, competente, mas aquém dos melhores trabalhos, que com certeza já proveram imagens melhores.
Destaques: Ambulance, Crazy Beat e Brothers and Sisters.

terça-feira, 28 de abril de 2009

End of a Century

Ao contrário do Oasis, o Blur não teve uma estréia sencacional, o primeiro álbum, o Leisure (1991), não tinha a sonoridade pela qual veio a banda a ficar conhecida, estava presa ao Shoegazing (movimento que o Britpop se opôs), enfim não era um álbum tão bom, quando comprei há um tempo mal ouvi, aquilo simplesmente não era o Blur (o mesmo com o primeiro do Radiohead).
Foi com o segundo álbum que o Blur mudou o som e entraram de vez no estilo Britpop, influenciados pelo Suede, quando o estilo ainda era incipiente. Um álbum que gosto bastante (Modern Life is Rubish de 1993), foi inclusive o primeiro que comprei da banda.
Mas foi com o terceiro álbum que o Blur se solidificou (Parklife de 1994), e abriu de vez as portas do Britpop, dando espaço para bandas como Oasis, Supergrass, Pulp, Boo Radleys, Elastica, etc.
E é desse álbum a música de hoje: End of a Century.



She says theres ants in the carpet
Dirty little monsters
Eating all the morsels
Picking up the rubbish
Give her effervescence
She needs a little sparkle
Good morning tv
Youre looking so healthy

Chorus:

We all say, dont want to be alone
We wear the same clothes cos we feel the same
And kiss with dry lips when we say goodnight
End of a century
Oh, its nothing special

Sex on the tv
Everybodys at it
And the mind gets dirty
As you get closer to thirty
He gives her a cuddle
Glowing in a huddle
Good night tv
Youre all made up
And youre looking like me

Chorus

Can you eat her?
Yes, you can.

Repeat chorus twice

Oh, end of a century
Oh, its nothing special